Libere a fênix!

Libere a fênix!

Melpômene e Euterpe

A junção de duas musas só poderia dar nisso: uma ficwriter fanática por música...

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

The Secret Life Of...

The lights are out and I barely know you
We're going up and the place is slowing down
I knew you'd come around
You captivated me, something about you's got me
I was lonely now you make me feel alive
Will you be mine tonight?




Reconheceram?

Bem, o trecho é da música Take me on the floor – tiveram ideias?
Ah, eu tive… E muitas (66’
Anyway, Take me on the floor é só uma das músicas cada vez mais quentes da dupla. Elas, porém, não são apenas um apelo para a sensualidade…
Na verdade, eu me pergunto quantas vezes a vida amorosa delas resultou em uma grande bosta. Porque, geralmente, as músicas falam de um amor que não pode dar certo… Ou elas deixando um homem abaixo do máximo nível de humilhação.
É, elas são más.

http://www.youtube.com/watch?v=ykW4rtW2eu0


*-* Momento Pâm Especula *-*
Para quem assistiu ao clipe Untouched, as duas irmãs estão divididas pelo mesmo homem. Ele fica com as duas, blah, blah, blah… É aquele drama de tudo em família* que vocês já conhecem.
Bem, o título da postagem de hoje pode remeter a um álbum da banda de pop rock australiana The Veronicas – o que prova que não somos tão americanisados assim (tá, me engana que eu gosto) – mas hoje eu pretendo falar sobre outra banda também, que deu muito drama.

Esta outra dupla feminina, com músicas extremamente sexys e certas inclinações lésbicas (embora já tenha anunciado publicamente, depois de um tempo, que elas não o eram), é a já quase esquecida t.A.T.u. – aquelas garotas russas que causaram muitas confusões em torno de suas escolhas sexuais…





É, elas criaram polêmica…
Além disso, alguns meses antes de Britney Spears ter seu colapso e surgir com Pice of me, elas já tiveram o seu momento em que acharam que eram a única coisa pela qual os holofotes se interessavam.
Claro que estavam certas, mas não precisavam se gabar também, né?
Foi assim que veio a música All about us… Nem se acham, não?

http://www.youtube.com/watch?v=6yP4Nm86yk0&feature=fvst

Sinceramente? A minha parte favorita é quando matam o cara… *risadinha maléfica*
Para quem não sabe, t.A.T.u., em russo Taty, significa “essa ama aquela”. Este foi, porém, apenas um atod e publicidade – foi essa especulação das garotas serem lésbicas que as lançou na Rússia.
Claro que o priemeiro clipe delas, onde elas trocavam carícias e se beijavam, ajudou muito para essa imagem…
Bem, isto pode ter dado muito problema na época. Mas eu não vi ninguém reclamando das mulheres se beijando no famoso I kissed a girl da Katy Perry ou até no The Black Eyed Peas.
Antes que perguntem, não, eu não sou lésbica – e nem pretendo ser. Eu apenas respeito as escolhas das pessoas, o que deveria ser praticado por todos ;)
Caso vocês nunca tenham reparado, aqui vão os respectivos vídeos onde há atos de lesbianismo:

 http://www.youtube.com/watch?v=3fBdgZUtpBg

http://www.youtube.com/watch?v=9QQklge3gQs&feature=related


O clima ficou meio pesado, não?
Foi por isso que resolvi escrever uma one-shot (nem chega a ser isso, de tão curta) para deixar vocês felizes,  he.





   Bella se mexeu, desconfortável, na cadeira. Por mais que soubesse o quão aquilo era necessário, sentia-se insegura. Afinal, não era todo dia que…
   - Ele já pode recebê-la, srta. Swan. – A recepcionista loira e mal-encarada chamada Lauren disse, interrompendo seus pensamentos nada calmos.
  Ela mordeu o lábio inferior e hesitou o tempo de uma de suas batidas frenéticas do seu coração em frente a porta do escritório de Edward.
    Aquela porta… Aquela porta de madeira era tudo o que lhe separava de Edward, e da verdade.
   A verdade.
    Por que ela não podia continuar vivendo uma mentira mesmo? Era tão mais fácil… Mas era impossível. Ela tinha responsabilidades, e seus próprios problemas – muitos deles, senão todos, causados pelo mesmo homem.
  - A que devo a honra? – Edward perguntou, lindo como sempre, sentado atrás de sua mesa de mogno.; aquela mesma que lhes serviu de cama quando não havia outra opção, apenas dois dias atrás.
   - Nós… Nós temos que conversar. – Ela finalmente vomitou as palavras, e Edward perdeu a postura relaxada. Nunca vinha coisa boa depois dessas palavras.
   - Você não está terminando comigo, está? – Perguntou, tentando fazer piada. Falhou nesse aspecto quando a falta de uma resposta negativa e a expressão séria de Bella o deixaram nervoso.
  - Edward, eu… – Ela começou, mas não sabia como continuar. Resolveu então ocupar a poltrona vazia em frente ao seu…
     O que ele era seu mesmo? Namorado? Amante? Ela nem ao menos sabia se ele chegava a ser “seu”. Em todo caso, toda aquela relação deles era muito difícil de ser rotulada.
   É, “sexo animal e casual” dizia pouco quando havia muito mais coisas envolvidas. Coisas como amor e dinheiro. E, é claro, a obrigação de…
   - Você está começando a me assustar, Bella. – Ele disse. Começava a soar frio, como o fazia toda vez que algo o preocupava. Ultimamente, andava assim frequentemente; sabia que se não pagasse logo o dinheiro que devia aos Volturi, sua vida estaria em risco.
    Então, Bella chegou em sua vida e lhe trouxe tranquilidade. Aquela última semana foi in descritível, em todos os aspectos. Ele nunca achou que fosse capaz de se apaixonar por alguém tão rápido e com tal intensidade.
  Agora, porém, ele estava nervoso. Não era nada relacionado a dinheiro, mas ele podia sentir o seu amor escapando por entre seus dedos lentamente, e, de alguma maneira, ele sabia que não havia nada que podia fazer.
   - Não é a minha intenção, acredite. – Ela respondeu, com a maior sinceridade. Não era só porque era Edward, mas sempre que estava prestes a fazer o que fazia, gostava das pessoas estarem calmas. – Eu só vim discutir a nossa relação.
   Ele suspirou, aliviado, e revirou os olhos. Discutir a relação não era tão ruim assim… Porque ele sabia onde queria chegar com ela. E, se ela o jogasse contra a parede, ele faria qualquer coisa que ela pedisse – inclusive casamento, embora parecesse cedo aos olhos de outras pessoas.
  Logo, logo, o galinha mais cobiçado da cidade estaria fora do mercado.
  Ele só não sabia que seria de outra maneira.
  - Isso não pode esperar até amanhã? – Ele perguntou, tentando adiar aquela conversa para um lugar mais propício com vinho e uma cama confortável; e, é claro, um estoque de camisinhas.
   Geralmente, Bella teria aceitado a proposta de bom grado. Aquele lugar era exposto demais, com suas paredes finas e uma secretária que poderia entrar a qualquer momento. Mas agora, ela não se importava se fosse pêga…
   Bella se mexeu, desconfortável, de novo. Não era fácil se sentir à vontade com o metal frio de uma arma colado contra a sua pele, escondido do mundo exterior apenas pelo tecido fino de sua saia balonê.
   A arma a incomodava.
   Os olhos verdes tranquilos, que ela passou a amar nos últimos tempos, a incomodavam.
   O fato de nem Edward, nem ela, saberem seu destino a incomodava.
   Então, ela se livrou do incômodo maior.
   O movimento foi brusco, e o homem não pôde ao menos piscar. O barulho que a arma fez ecoou pelo escritório, tornando o ambiente ainda mais fantasmagórico.
   O queixo de Edward caiu quando Bella soltou uma arma em cima do tampo de sua mesa.
   - O… O que você vai fazer? – Perguntou, tropeçando nas palavras.
   Estava alarmado e com medo – em pensar que, segundos antes, a maior preocupação que aquela mulher lhe trazia era abandoná-lo…
   Ele não queria perder o amor de sua vida, claro. Mas perder tão cedo a própria vida…
   - Eu só vim aqui para discutirmos a nossa relação. – Ela repetiu, quase que como mecanicamente. Ele engoliu em seco.
   - Bella… O que eu te fiz? – Nada lhe vinha à mente. Podia parecer mentira, mas desde que a conheceu, ele só tinha olhos para uma mulher: ela.
   - A mim? Nada. – Começou, e a histeria que a dominava se mostrou em sua voz, que subiu algumas oitavas. – Bem, pelo menos no aspecto de me causar a vontade de matá-lo.
  - Então por que a arma?
  - Você não fez nada a mim. – Repetiu, como um mantra. – O problema é o que você fez a outras pessoas… E o que eu tenho que fazer.
  - Eu não entendo, Bella…
  - Nem eu, Edward. Eu te amo, sabe? – Era a primeira vez que ela dizia aquilo, quebrando todas as suas regras. Sabia que agora seria mais difícil fazer o que tinha que fazer, mas não se importava; pela primeira vez havia dito a Edward a verdade. – A questão é que você tem um prazo não cumprido, e eu tenho um prestes a expirar. Eu… Se eu não matá-lo até o fim deste dia, Edward, nós dois morremos.
   Ele prendeu a respiração, e ela mordeu o lábio inferior. Olhou para os lados, como se procurasse alguma saída, mas não achou nenhuma. Estendeu a mão para segurar dele, mas ele a puxou contra o próprio corpo e desviou o olhar.
  Ela baixou os olhos e murmurou:
  - E eu estou considerando deixar que nos matem… Porque eu não consigo viver sem você.

*-*-*-*-*-*-*-*
       
MALDOSA, EU SEI!
      Então… É aqui que termina Poker Face. Não, não é preguiça de terminar. Não, não é falta de ideia. Eu só… Bem, eu senti que o fim dela devia ser esse. Quem sabe assim vocês comentam um pouquinho?
      Bem, esse é o fim do post de hoje. Espero que tenham gostado :)
      - xoxo
      Pâm P. =]

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