Libere a fênix!

Libere a fênix!

Melpômene e Euterpe

A junção de duas musas só poderia dar nisso: uma ficwriter fanática por música...

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Right as rain

"No room in my bed
As far as I'm concerned so
Wipe that dirty smile off!

We won't be making up
I've cried my heart out
And now...
I've had enough of love"


- Adele, Right as rain




Já ouviu falar? Um dos maiores singles de sucesso da Adele é o Chasing Pavements - que, ainda, é uma das minhas músicas favoritas. Ela já apareceu no seriado americano Ugly Betty e, além disso, dizem ser a nova Amy Winehouse - com a diferença de não ser uma drogada bêbada, é claro.

Além disso, Adele está completamente confortável com o seu corpo, sendo uma das poucas cantoras "fofas" de sucesso. E, para completar, ela é mãe.

Suas músicas são românticas, divertidas e com um toque instigante. Ela sabe apimentar quando quer (66'

Mas não vou me demorar muito falando sobre ela - se vocês quisessem uma biografia dela, podiam muito bem procurar na Wikipedia. Eu estava escutando uma música dela (a que deu o nome para o post de hoje), e tentando achar alguma fic pra encaixá-la...

Eu achei algumas, mas a música pedia por algo a mais. Então, por que não, fazer uma short one-shot aqui para o blog, assim como Poker Face?

Eu adorei a idéia, he. Então... Lá vai.



Right as rain - Adele





Ela estava no campo, naquela casa há tanto conhecida e cheia de lembranças. Nevava e ela estava deitada no confortável tapete em frente à lareira, lendo um livro. Sentiu alguém se aproximando, mas não deu a devida atenção; apenas tentou se concentrar ainda mais nas juras de amor que Romeu fazia no momento.

Então, sentiu leves beijos em seu pescoço. Sabia quem era, o que a fez soltar um leve gemido. Ele aprofundou o carinho, se divertindo enquanto lambia sua clavícula. Desistindo de seu livro, Bella se virou para encarar o homem que a acariciava.


Lindo como sempre, lá estava Edward - sem camisa e vestindo uma calça jeans. Seus olhos verdes brilhavam e ele pareceu ronronar quando ela mexeu em seus cabelos. Bella foi abaixando sua mão e, ao chegar no traseiro de seu namorado, o apertou com força e um sorriso maroto brotou no seu rosto.

Ela esperava que ele lhe tomasse com vontade, ou até que ele risse. Mas ela nunca nem chegou a cogitar a ideia dele soltar um miado alto e assustado.


- MIAAAAAAAAU! - Ela abriu os olhos e se deparou com seu gato, Chuck, a encarando irritado e saindo de lá o mais rápido possível. Bela se xingou baixinho, principalmente por ter sonhado com Edward de novo, e olhou para o despertador na sua mesa de cabeceira.

- Merda! - Disse, saindo da cama de um salto. Se enrolou com os lençóis e caiu estatelada no chão, mas não deu muita importância. Com rapidez, pegou a roupa que tinha separado na noite anterior e correu para o banheiro.

Não tinha tempo de tomar banho - já estava atrasada - então apenas escovou os dentes e os cabelos, tentando desfazer a bagunça em que eles se encontravam. Saindo de lá, colocou um pouco de ração e leite para Chuck e saiu do apartamento.

Chamou o elevador e já entrava em um táxi quando se lembrou de sua pasta. De novo dirigiu impropérios a si mesma e, tão rápido que não demorou nem dois minutos, já estava chamando o elevador de novo, dessa vez com a pasta em suas mãos.

Estava no saguão quando seu celular tocou. O atendeu e, ao sair do prédio, começou a chover. Irritada, cobriu a cabeça com a pasta e tentou entrar no táxi de antes - tarde demais, um homem foi mais rápido e, antes que ela chegasse perto do automóvel, ele já partira.

- Bella Swan. - Disse a quem quer que a estivesse ligando em uma hora tão ruim.

- Bella! Onde você está? - Ela escutou a voz de Angela, sua assistente, do outro lado da linha. Para varirar, Ang estava estressada; a diferença era que, dessa vez, ela tinha muitos motivos. - Os Volturi já estão aqui, e se você não fechar a conta...

- Eu sei, eu sei! Nós estamos fritas! Eu só... Eu perdi a noção do tempo!

- Eu não posso dizer isso a eles!

- Eu sei que não pode! - Retrucou, impaciente. - Você vai fazer isso: diga que tem um congestionamento, mas que eu vou chegar logo...

- Eles não vão acreditar. Você usou essa desculpa da última vez.

- Merda. - Disse, tanto pelo fato da desculpa não servir, tanto pelo fato de um carro, que passava em alta velocidade, lhe molhar inteira. - Então... Hm, diga que eu tive uns problemas femininos e que tive que passar no hospital!

- Problemas femininos? Bella, eles são homens, não idiotas!

- Confie em mim, Ang! Qualquer homem dá pra trás quando escutam "problemas femininos". É medo, eu acho. Só não sei porquê... Como se a gente fosse pedir para eles comprarem absorvente pra gente, ou coisa parecida! Talvez... - Ela começava a se desviar do assunto, enquanto andava apressada pelas ruas de Chicago. Então, sua assistente a cortou:

- Isso não vem o caso agora! Ok, eu vou dizer isso... Mas ainda tem um problema.

- Outro? Ang, não passam das dez horas e eu já estou farta de problemas! Não dá pra você despachar esse pra mim?

- Eu bem tentei... Mas ele não quer ir embora. - Bella estacou no meio da rua.

- "Ele"? Não me diga que...

- É... Ele está aqui.

Bella ficou em silêncio, tomando grandes sovadas de ar e tentando não ter um ataque cardíaco.

- Bella? Bella? Você ainda está aí?

- Sim, eu...


- E não é só isso... - Angela continuou, ainda mais preocupada, se possível.

- Como assim "não é só isso"?

- Ele... Bem, ele está com os Volturi.

- Você está bricando.

- Bem que eu queria... Esse é o principal motivo de eu não poder mandá-lo embora. Os velhotes iam achar muito estranho... De qualquer maneira, você tem que chegar aqui o mais rápido possível.

Bella olhou para o prédio ao seu lado e estremeceu.

Morava perto do trabalho e, geralmente, ia a pé para lá - exceto quando chovia, ou quando estava atrasada. Hoje, porém, ambas as coisas aconteceram e ela teve que caminhar; o que não era muito aconselhável, já que toda a sua carreira dependeria daquela reunião.

Agora, contudo, ela daria qualquer coisa para continuar andando.

Suspirou e desligou o celular na cara de Angela, que chamava por ela de novo.

***

- ... E esses são os motivos para vocês escolherem a Guinevere Advertisement para a sua campanha publicitária. Juntos, nós varemos as vendas das jóias Volturi subir mais de 50%, superando, assim, a Tiffany's. - Ela concluiu, com um grande sorriso no rosto.

Talvez aquela maneira tinha sido melhor, afinal de contas. Deu tudo certo - os homens se preocuparam com ela, e não a culparam por nada. Nem se importaram com seu atraso.

Além do mais, ela sentia a adrenalina em seus ossos e o medo, por tudo estar dando errado, lhe deu forças para fazer a melhor apresentação de toda a sua carreira. Era um puro jogo e podia ser até mais difícil para ela, que estava no topo - mas ela gostava.

Quem não estava gostando nem um pouco daquilo, é claro, era Edward.

Durante toda a reunião ele a fitava intensamente e, enquanto ela pedia lincença para deixá-los mais à vontade para discutir, ele lhe lançou um olhar que, claramente, dizia "eu quero falar com você".

Ela, porém, apenas deu as costas e sorrindo um tanto cansada, comemorou com Angela o sucesseo iminente com uma taça de champanhe.

Edward Cullen era o seu perfeito ex-namorado e contador dos Volturi. Era completamente aceitável que ele estivesse lá, e, embora seu principal desejo fosse expulsá-lo de lá, ela não podia. Chamaria muita atenção e ela... Bem, o passado deles já era conturbado. Ela não queria piorar as coisas.

Então, enquanto Bella se perdia em devaneios dentro de uma certa cabana e tempos mais simples, Edward apareceu em seu escritório, interrompendo a festinha particular que ela e Angela estavam tendo enquanto os Volturi ponderavam na sala ao lado.

- Edward, o que você está fazendo aqui? - Bella perguntou, suspirando. Ele rolou os olhos e Angela deixou sua taça na mesa, saindo de fininho.

- Você sabe muito bem o porquê, Bella. Eu quero você de volta.

- Quantas vezes eu vou ter que repetir? - Ela perguntou, o volume de sua voz aumentando a cada palavra. - EU. NÃO. QUERO.

- Bella, você não pode negar que ainda me ama...

- Claro que posso! - Disse, teimosa, e ele reprimiu um risinho.

- Ok, você pode. Mas isso não quer dizer que seja verdade. Bella... Nós podemos voltar ao que éramos antes, você sabe. Eu te amo tanto... Nós podíamos nos casar. Um futuro brilhante nos aguarda.

Neste momento, Angela (que entrara na sala de reuniões para ver se os Volturi precisavam de alguma coisa) voltou. Ela estava com a boca aberta, um pouco impressionada, talvez, da audácia de Edward.

- Hm... Srta? - Começou, com mais formalidade do que empregaria normalmente - Eles já se decidiram.

Então ela sorriu, deixando Bella mais calma. Edward também sorriu, com um ar pretensioso.

- Você acha que eles vão aceitar?

- Eu tenho certeza. - Mas quem respondeu dessa vez não foi Angela, e sim Edward. Diante do olhar questionador das mulheres, ele apenas deu de ombros. - Eu os convenci desdeo o começo que aqui seria o melhor lugar. Eles só viram a apresentação por causa das formalidades...

- Você não deveria ter feito isso. - Bella disse, estressada. Empurrou Edward ao passar por ele, e entrou na sala de reunião.

***

- Bella, fale comigo! - Edward pediu de novo. Era a hora do almoço, ela ficou trancada no escritório a manhã inteira após fechar o contrato e, mesmo assim, Edward não foi embora. Muito menos quando ela o ameaçou de chamar a segurança.

- Edward, desista...

- Eu só peço um almoço! Por favor! - Ela suspirou e parou de andar. Eles estavam no meio da rua e ainda chovia, o que deixava suas roupas (que ainda estavam molhadas) mais ensopadas do que se é possível imaginar.

- Edward, você sabe que eu...

- Bella, que mal tem nisso? - Então ele se aproximou dela e acariciou seu rosto. - Pelos velhos tempos, por favor. Algo entre amigos.

Ela suspirou e não disse nada, apenas aquieceu com a cabeça. Edward sorria sedutoramente e de tal maneira que não tinha como ela lhe dizer não - seria um milagre alguém conseguir lhe negar alguma coisa quando ele sorria daquele jeito.

E, afinal de contas, não podia ter nada de mal em almoçar com Edward... Como amigos, é claro.

***

Estavam em um restaurante simples, mas de comida deliciosa, que sempre visitavam quando ainda eram namorados. Bella vestia o paletó de Edward que ele, em um ataque de cavalheirismo, a emprestou para não tremer de frio; embora, é claro, ela tivesse dito que passaria em seu apartamento assim que possível.

- Bella? - Edward começou, e ela tirou os olhos da sua taça de vinho. - Eu sei que eu não posso nos transportar de volta ao passado... Principalmente porque nós ainda estamos nos recuperando. Mas nós não devíamos terminar assim, não mesmo.

- Muitas coisas foram ditas, Edward...

- Sim, foram. Mas a gente não queria dizer nenhuma delas, eu sei que foi algo do momento. - Ela olhou para a porta do restaurante, sonhadora. Ela queria sair dali, e seu ex-namorado sabia muito bem. - Antes que você diga que vai embora... Você deve saber que eu nunca soube o que eu tinha, até eu te perder.

Bella suspirou e encarou aqueles olhos extremamente verdes. Ela sempre os adorou; lembrava-a dos momentos mais felizes de sua vida. Uma certa cabana nas montanhas, com uma lareira e um tapete confortável...

- Eu chorei muito, Edward. Eu estou cansada do amor; eu tive o suficiente. E agora você vem... Só para quebrar o meu coração de novo. E eu não posso resistir, droga! Eu sempre o amei, e nunca consegui parar! - Ela começava a chorar, atraindo a atenção das outras mesas. Suas palavras seguintes foram ditas em tal sussurro que Edward quase não as pôde ouvir. - Então, vá em frente... Me faça chorar de novo.

- Eu nunca quis partir o seu coração, Bella...

- Bem, mas você o fez! E agora não tem mais espaço na minha cama para você!

- O que você quer dizer com isso?

- Exatamente o que você ouviu. - Ela respondeu, ferina, e ele respirou fundo.

- Você tem outro? - Ela reprimiu um sorriso; Edward não entendera.

- Pode-se dizer que sim... - Bella pensou em brincar com ele mais um pouquinho, fazê-lo sofrer, mas não conseguiu. Resolveu dizer a verdade. - Ele é um gato... E seu nome é Chuck.

- Poupe-me dos detalhes. - Ele disse, entre os dentes. Ela o encarou confusa.

- Não, Edward. Quando eu digo que ele é um gato... Eu digo que ele é um ser peludo e gorducho que adora me acordar de manhã miando, para eu lhe dar um pouco de leite.

Edward gargalhou, aliviado. Então ele sorriu torto.

- Tenho certeza de que... Chuck?, não se importaria de abrir espaço para eu me deitar na cama também.

- Pode tirar esse sorriso estúpido da sua cara, nós não vamos voltar.

- Por que não, Bella? Nós nos amamos, você mesma confirmou isso! - Ele pegou a mão dela, que descansava sobre a mesa. Ele praticamente a implorava agora. - Eu sei que cometi muitos erros, mas você também. Não há certo ou errado; eu fiz besteira ao te ignorar quando você mais precisou de mim, mas você também fez besteira ao procurar consolo com o meu melhor amigo. Nós dois não prestamos, e somos perfeitos um para o outro! Eu juro que faria de tudo para você me aceitar, Bella! Eu mudaria completamente!

Ela estremeceu - não gostava de relembrar o passado.

- Você faz parecer que tudo é muito fácil, mas não é. Pelo menos assim eu já estou no fundo do poço, e não preciso me preocupar em descer ainda mais.

- Mas Bella...

- Não, Edward. Eu não vejo futuro para gente.

***

O resto do almoço se passou com um silêncio palpável. Bella estava desconfortável e, Edward, frustrado. Houve mais algumas tentativas da parte dele, mas nenhuma deu resultado. No final, quando ele já tinha pago a conta (sob os protestos de Bella), ele propôs lhe acompanhar até seu apartamento, onde ela trocaria de roupa antes de voltar ao trabalho.

Sem conseguir se livar dele, agora Bella se encontrava abrindo a porta de sua nova casa para Edward - o único lugar que ainda não estava repleto de lembranças dele.

- É... Bonito. Tem a sua cara. - Ele disse, ao entrarem. Estava um pouco bagunçado, mas ele gostava mesmo assim. Bella sorriu fracamente.

- Bem... Você pode ir agora. Eu estou segura. - Ela brincou, e ele sorriu.

- Eu vou ficar mais um pouco, Bella. - Ela revirou os olhos e lhe deu as costas, indo até seu quarto e retirando sua saia lápis no caminho. Pelo menos, quando se tratava de tirar a roupa, ela não se sentia desconfortável com Edward. Ele encarou a sua bunda de longe, coberta apenas por uma leve lingerie de renda preta, e continuou a falar: - Tenho que aproveitar a sua presença o máximo que puder, já que vai demorar um pouco para a gente se encontrar de novo.

- O que você quer dizer com isso? - Ela perguntou, já do quarto. Ele se aproximou e viu, pela porta entreaberta, que ela retirava o sutiã. Escutava também o barulho da água do chuveiro, que Bella já devia ter ligado.

- Bem... Eu tenho que resolver uns negócios em Londres. Vou ter que ficar por um tempo lá.

- Quanto tempo? - Ela perguntou. Seu coração estava apertado e, por mais que ela odiasse admitir, ela já sentia falta de Edward.

- Dois anos.

- O QUÊ? - Ela perguntou, escancarando a porta do seu quarto e se esquecendo que, agora, estava completamente nua. Ele engoliu em seco, tentando se reprimir para não atacá-la agora mesmo.

- Hm... A empresta está tentando expandir e... - Ele não conseguia formular frases coerentes, seus olhos eram atraídos para aqueles seios que ele, tantas vezes, copulara e beijara. Bella estalou os dedos.

- Olhe nos meus olhos, Edward.

- Hm... Quê? - Ele perguntou, e viu que ela o olhava brava. - Ah, certo. Então, e eles pediram que eu fosse á para...

Novamente, as palavras lhe fugiram. Els só conseguia ver o cabelo molhado de Bella, cujas gotas d'água caíam sedutoramente em seus seios, escorrendo pela barriga e chegando a...

- Talvez eu deva colocar uma toalha. - Bella disse, se dirigindo ao banheiro. Estava de costas para Edward quando ele a segurou pela cintura e, com rapidez, a virou para ele.

Seus narizes estavam grudados um no outro, e podiam sentir os contornos de seus corpos perfeitamente. Bella sentia a ereção de Edward e, ele, seus seios intumecidos.

- Eu não quero ir, Bella. Eu quero ficar com você, aqui em Chicago. Eu quero me casar com você, ter filhos e envelhecer ao seu lado. - Ela respirava pesadamente, e ele achava difícil se concentrar em outra coisa que não os lábios carnudos daquela mulher. - E, acima de tudo, eu preciso fazer isso agora.

Então, ele a beijou vorazmente.

Bella não conseguiu se controlar. Beijar Edward na vida real era mil vezes melhor do que fazê-lo nos sonhos, assim como, ela tinha certeza, seria transar com ele de verdade. Então, ela simplesmente ignorou a prudência e decidiu faltar no trabalho aquela tarde.

E, acima de tudo, ela desistiu de tentar odiar Edward - ela sabia que não conseguiria. Ela não conseguiria nem deixá-lo partir, e faria de tudo para que ele ficasse.

Estava abrindo a camisa dele quando sentiu algo em seus pés se mechendo. Confusa, olhou para baixo e viu Chuck. Sem tirar seus lábios dos de Edward, deu risada.

- Qual a graça? - Ele perguntou, tirando sua boca da dela, para deixar um rastro quente em direção ao seu pescoço e o seu lóbulo. As mãos dele já se divertiam em seus seios.

- Acho que você vai descobrir se Chuck se importaria ou não de dividir a cama com você... - Ela respondeu, brincalhona, com a voz arfante.

- Quê?

- Só olhe para baixo, Edward. - Ele a obedeceu e achou um gato persa gordo de cara amassada. Suspirou e deixou suas mãos cairem do colo de Bella e abriu um pouco mais de distância entre os corpos, mas nunca deixou de tocá-la.

- Então... Este é o Chuck?

- Sim... E sinta-se feliz por ele não ter te arranhado. Geralmente ele não gosta de ninguém que vem ao apartamento. - Ela disse, entre risos, mas Edward não achou graça. Será que outro homem já tinha deitado naquela cama? Bella pareceu entender o que se passava na sua cabeça e emendou: - Alice foi a primeira e única; espalhou para Deus e o mundo que Chuck não era páreo para ninguém.

Aliviado, Edward fez um carinho atrás da orelha do gato, que, em seguida, saiu de lá os deixando sozinhos. Ele, então, tentou retomar de onde tinha parado.

- Hm... Edward? - Bella começou, insegura. Ele receou que ela fosse desistir.

- Sim, Bella? - Ela moreu o lábio inferior e foi até a porta do banheiro.

- Eu acho que nós dois precisamos de um banho. - Ele sorriu e a acompanhou.

***

Estavam deitados na cama, tentando recuperar a respiração. Os dois corpos nus se entrelaçavam, e os dois se sentiam mais felizes do que se sentiam há séculos.

- Eu não quero que você vá... - Bella disse, quebrando o silêncio.

- Eu também não quero ir.

- Então fique.

- Eu não posso... - Ele disse, com medo de encará-la nos olhos. Ela quase chorava e mordia o lábio inferior, preocupada.

- Eu estou com medo de perdê-lo de novo, Edward.

- E eu estou com medo de outro homem tomá-la de mim, Bella.

- Ninguém nunca ia conseguir isso. - Por mais que ele se sentisse mais aliviado por essas palavras, não era o suficiente.

- Bells...

- Sim?

- Vá comigo.

- Eu não posso, Edward... Eu teho meu trabalho, e...

- Você pode fazer o seu trabalho por video conferência, e...

- Não ia dar certo. - Então o silêncio voltou. - Não tem nenhum jeito de você ficar?

- Bem... A empresa evita mandar pessoas que tenham família aqui, sabe? Esposa, filhos... - Ela prendeu a respiração. Ele estava propondo, ou era só a imaginação dela?

- Só esposa serve por enquanto? - Ela perguntou, e ele se virou para poder olhá-la melhor. Ela tinha um brilho nos olhos que ele vira muitas poucas vezes antes.

- É mais do que suficiente. - Ele respondeu, e os dois se beijaram.

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Nope, não tem mais. A história acaba aí - mas eu asseguro, além de algumas briguinhas corriqueiras, os dois viveram felizes para sempre!
Anyway, o post de hoje acaba aqui... E eu espero que vocês tenham gostado - eu adorei.
Comentem!
- xoxo
Pâm P. =]

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Bleeding Love

  Impossível vocês não terem ouvido essa música... Mas eu não vou me focar muito na cantora britânica Leona Lewis, ou na música - que é o tema do capítulo mais novo da minha fic mais lida.
   É, vocês entenderam direito: o novo post de Entre Quatro Paredes está próximo!!

http://www.youtube.com/watch?v=JDB2XqbqeIE&amp

  O nome do capítulo é "Screwing up", só porque eu adoro deixar vocês nervosas  (66"

  Mas uma coisa eu vou dizer para vocês, para me proteger das tochas que, com certeza, vocês já devem estar acendendo para me caçar no meio da noite: o romance é garantido, assim como algumas cenas de quebrar o coração. Além disso, vai ter um POV novo...
   Aqui vai uma pequena prévia:


Leah


     - Você sabe que ela não o ama. Me diga... Quando você a toca, há alguma coisa entre vocês? – Ele não respondeu, e eu sorri triunfante. – Foi o que pensei.
     - Mesmo assim, eu não poderia...
     - “Não poderia”? O cacete que “não poderia”! Eu vou deixar as coisas bem claras para você, Jake: ou você me ama e fica comigo, ou você fica com aquela mosca morta e me esquece!

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Edward





      - Eu tenho uma surpresa para você. – Ela levantou o rosto que estava escondido no meu peito para me encarar.
     - Surpresa? – Perguntou, desconfiada. Foi a minha vez de rolar os olhos.
     - Não se preocupe, só aproveite. – Ela abriu a boca para fazer algum comentário, mas eu a interrompi. – Está tudo certo no seu trabalho, Bell. Nós temos o dia só para a gente.
     Ela sorriu e assentiu. Abri a porta do carro para ela e, quando me sentei atrás do volante, eu me sentia o homem mais feliz do mundo.

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Jacob

     Não esperei por uma resposta, apenas a puxei para perto e a beijei com sofreguidão. Em instantes, fechei a porta com o meu pé e a conduzi para o sofá da sala, sentindo um pouco de hesitação da parte dela. Talvez ela ainda estivesse brava comigo, ou...
     - Hm, Jacob? – Ela perguntou, assim que meus lábios soltaram os dela para podermos tomar um pouco de ar. Ela ofegava, e gaguejou um pouco ao dizer o meu nome.

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Bella




     - Edward, eu sou um desastre ambulante já podendo enxergar por onde eu ando. Agora imagine eu sem poder ver nada! – Ele riu e me tirou do cinto de segurança. Colocou algo no meu colo e, depois de alguns segundos, eu me vi em seu colo.
     - Você tem razão sobre o desastre ambulante, Bell. Pensando bem, eu acho que deveria carregar você em toda oportunidade que eu tivesse... – Corei furiosamente e escondi meu rosto em seu peito musculoso.

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?
     Era errado, completamente errado. Mas eu...
     Droga, era tão mal assim eu ter gostado do que aconceteu momentos antes?
     O olhar de ódio que ela me lançou respondeu a todas as minhas dúvidas.   

Espero ter deixado vocês confusas e ansiosas!
- xoxo
Pâm P. =]

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Formspring me

http://www.formspring.me/PamyP

Vocês acreditam que PamP já tinha sido tomado? LOL
E, mesmo assim, não dava pra eu colocar acento no meu nome ¬¬'
Aproveitem que estou de férias e perguntem o que quiserem! ;)
- xoxo
Pâm P. =]

domingo, 17 de janeiro de 2010

No you girls

  Quem já ouviu falar de Franz Ferdinand? Ora, vamos... Qualquer um que já teve aula de história já ouviu falar desse cara. É, aqueeele cujo assassinato desencadeou a Segunda Guerra Mundial!



 
   É, mas eu não vou falar dele - e sim da banda, que propõe o seguinte: toda vez que você ouvir falar no nome, você se lembrará delee, só depois, do homem que os inspirou.
   A banda de rock começou a fazer sucesso há uns anos atrás, conquistando muitos fãs - eu entre eles. Vocês, então, devem estar se perguntando de onde veio o nome da postagem de hoje. Bem, de nada mais, nada menos, de uma das músicas deles...
   Eu pensei duas vezes antes de colocar essa música para tocar aqui, pelo simples motivo: uma vez na sua cabeça, você não consegue tirá-la. Duvida? Ela está na minha há mais de 48 horas!

"No, you girls never know, oh, no,
You girls will never know
No, you girls never know
How you make a boy feel
How you make a boy...

(...)

You boys never care,
You dirty boys never care
No, you boys never care
How the girl feels…
Oh, how the girl feels..."

    Pensem o qe quiserem da letra, eu ADOREI! *rsrs*
    Anyway, aqui vai a música e, em seguida, um teaser de Reveange is sweeter than you ever were, com o tema da música!

 http://www.youtube.com/watch?v=UkihU5YFy4g




   Tanya sorriu largamente para Mike, fazendo-o corar até as orelhas. Edward a encarou, irritado. Tudo bem ele traí-la, mas ela não tinha o direito de...
   Oh, não.
   Ela se aproximou do garoto loiro e acariciou-lhe a face. Ele tremia debaixo das mãos leves, tanto de desejo e medo (Edward lhe lançava um olhar assassino e Emmett estalava as juntas dos dedos). Tanya viu, pelo canto do olho, Bella se contorcendo de dar risadas silenciosas. Piscou para ela, de tal maneira que Mike achou que era para ele. Então, com um leve sorriso maquiavélico, seus lábios sussurraram algo em seu ouvido.
   Mike queria cavar um buraco no chão e se esconder.

(...)

   - O que foi aquilo, Tanya?
   - Aquilo o quê, Edward? - Perguntou descaradamente, fingindo-se de desentendida. Ele revirou os olhos, a boca contorcida de raiva.
   - Você sabe muito bem o quê. Como você pôde fazer aquilo comigo, na frente de todas aquelas pessoas? - Ela deu de ombros, segurando a língua para não soltar que sabia de suas traições.
   - Ele é um amigo, só isso.
   - Amigo? Eu nunca vi vocês conversando! E se você pensa que eu não reparei o quão exitado ele estava ficando...
    Ela sorriu angelicamente, mas Edward conseguia ver o pequeno demônio por trás daquele ato. Tanya se aproximou a passos largos e, com destreza, segurou as partes íntimas de Edward com a sua mão, massageando-as por cima do tecido da calça jeans.
   - Edward, esqueça aquilo... Eu estou com você, não é? - Ele sorriu torto e a puxou para um beijo, mas sem se deixar levar pelas palavras da namorada.
   Ele iria se vingar.

(...)

   Bella se encarou, irritada, no espelho. Ela deixaria de lado, facilmente, aquela parte do plano...
   Mas era necessário.
   Resmungando tamanhos palavrões que deixariam um caminhoneiro envergonhado, ela terminou de depilar as pernas. Colocou algumas das roupas novas que Tanya a forçou a comprar, inclusive os saltos agulha e a micro saia preta. Abaixou bastante o top vermelho, de modo que o decote aumentasse, e retocou o batom.
   Ela estava pronta para a festa daquela noite.
   Ela estava pronta para ser a mais nova namorada de Edward Cullen.



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Bem, esse é o fim do post de hoje, espero que tenham gostado!
- xoxo
Pâm P. =]

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

The Secret Life Of...

The lights are out and I barely know you
We're going up and the place is slowing down
I knew you'd come around
You captivated me, something about you's got me
I was lonely now you make me feel alive
Will you be mine tonight?




Reconheceram?

Bem, o trecho é da música Take me on the floor – tiveram ideias?
Ah, eu tive… E muitas (66’
Anyway, Take me on the floor é só uma das músicas cada vez mais quentes da dupla. Elas, porém, não são apenas um apelo para a sensualidade…
Na verdade, eu me pergunto quantas vezes a vida amorosa delas resultou em uma grande bosta. Porque, geralmente, as músicas falam de um amor que não pode dar certo… Ou elas deixando um homem abaixo do máximo nível de humilhação.
É, elas são más.

http://www.youtube.com/watch?v=ykW4rtW2eu0


*-* Momento Pâm Especula *-*
Para quem assistiu ao clipe Untouched, as duas irmãs estão divididas pelo mesmo homem. Ele fica com as duas, blah, blah, blah… É aquele drama de tudo em família* que vocês já conhecem.
Bem, o título da postagem de hoje pode remeter a um álbum da banda de pop rock australiana The Veronicas – o que prova que não somos tão americanisados assim (tá, me engana que eu gosto) – mas hoje eu pretendo falar sobre outra banda também, que deu muito drama.

Esta outra dupla feminina, com músicas extremamente sexys e certas inclinações lésbicas (embora já tenha anunciado publicamente, depois de um tempo, que elas não o eram), é a já quase esquecida t.A.T.u. – aquelas garotas russas que causaram muitas confusões em torno de suas escolhas sexuais…





É, elas criaram polêmica…
Além disso, alguns meses antes de Britney Spears ter seu colapso e surgir com Pice of me, elas já tiveram o seu momento em que acharam que eram a única coisa pela qual os holofotes se interessavam.
Claro que estavam certas, mas não precisavam se gabar também, né?
Foi assim que veio a música All about us… Nem se acham, não?

http://www.youtube.com/watch?v=6yP4Nm86yk0&feature=fvst

Sinceramente? A minha parte favorita é quando matam o cara… *risadinha maléfica*
Para quem não sabe, t.A.T.u., em russo Taty, significa “essa ama aquela”. Este foi, porém, apenas um atod e publicidade – foi essa especulação das garotas serem lésbicas que as lançou na Rússia.
Claro que o priemeiro clipe delas, onde elas trocavam carícias e se beijavam, ajudou muito para essa imagem…
Bem, isto pode ter dado muito problema na época. Mas eu não vi ninguém reclamando das mulheres se beijando no famoso I kissed a girl da Katy Perry ou até no The Black Eyed Peas.
Antes que perguntem, não, eu não sou lésbica – e nem pretendo ser. Eu apenas respeito as escolhas das pessoas, o que deveria ser praticado por todos ;)
Caso vocês nunca tenham reparado, aqui vão os respectivos vídeos onde há atos de lesbianismo:

 http://www.youtube.com/watch?v=3fBdgZUtpBg

http://www.youtube.com/watch?v=9QQklge3gQs&feature=related


O clima ficou meio pesado, não?
Foi por isso que resolvi escrever uma one-shot (nem chega a ser isso, de tão curta) para deixar vocês felizes,  he.





   Bella se mexeu, desconfortável, na cadeira. Por mais que soubesse o quão aquilo era necessário, sentia-se insegura. Afinal, não era todo dia que…
   - Ele já pode recebê-la, srta. Swan. – A recepcionista loira e mal-encarada chamada Lauren disse, interrompendo seus pensamentos nada calmos.
  Ela mordeu o lábio inferior e hesitou o tempo de uma de suas batidas frenéticas do seu coração em frente a porta do escritório de Edward.
    Aquela porta… Aquela porta de madeira era tudo o que lhe separava de Edward, e da verdade.
   A verdade.
    Por que ela não podia continuar vivendo uma mentira mesmo? Era tão mais fácil… Mas era impossível. Ela tinha responsabilidades, e seus próprios problemas – muitos deles, senão todos, causados pelo mesmo homem.
  - A que devo a honra? – Edward perguntou, lindo como sempre, sentado atrás de sua mesa de mogno.; aquela mesma que lhes serviu de cama quando não havia outra opção, apenas dois dias atrás.
   - Nós… Nós temos que conversar. – Ela finalmente vomitou as palavras, e Edward perdeu a postura relaxada. Nunca vinha coisa boa depois dessas palavras.
   - Você não está terminando comigo, está? – Perguntou, tentando fazer piada. Falhou nesse aspecto quando a falta de uma resposta negativa e a expressão séria de Bella o deixaram nervoso.
  - Edward, eu… – Ela começou, mas não sabia como continuar. Resolveu então ocupar a poltrona vazia em frente ao seu…
     O que ele era seu mesmo? Namorado? Amante? Ela nem ao menos sabia se ele chegava a ser “seu”. Em todo caso, toda aquela relação deles era muito difícil de ser rotulada.
   É, “sexo animal e casual” dizia pouco quando havia muito mais coisas envolvidas. Coisas como amor e dinheiro. E, é claro, a obrigação de…
   - Você está começando a me assustar, Bella. – Ele disse. Começava a soar frio, como o fazia toda vez que algo o preocupava. Ultimamente, andava assim frequentemente; sabia que se não pagasse logo o dinheiro que devia aos Volturi, sua vida estaria em risco.
    Então, Bella chegou em sua vida e lhe trouxe tranquilidade. Aquela última semana foi in descritível, em todos os aspectos. Ele nunca achou que fosse capaz de se apaixonar por alguém tão rápido e com tal intensidade.
  Agora, porém, ele estava nervoso. Não era nada relacionado a dinheiro, mas ele podia sentir o seu amor escapando por entre seus dedos lentamente, e, de alguma maneira, ele sabia que não havia nada que podia fazer.
   - Não é a minha intenção, acredite. – Ela respondeu, com a maior sinceridade. Não era só porque era Edward, mas sempre que estava prestes a fazer o que fazia, gostava das pessoas estarem calmas. – Eu só vim discutir a nossa relação.
   Ele suspirou, aliviado, e revirou os olhos. Discutir a relação não era tão ruim assim… Porque ele sabia onde queria chegar com ela. E, se ela o jogasse contra a parede, ele faria qualquer coisa que ela pedisse – inclusive casamento, embora parecesse cedo aos olhos de outras pessoas.
  Logo, logo, o galinha mais cobiçado da cidade estaria fora do mercado.
  Ele só não sabia que seria de outra maneira.
  - Isso não pode esperar até amanhã? – Ele perguntou, tentando adiar aquela conversa para um lugar mais propício com vinho e uma cama confortável; e, é claro, um estoque de camisinhas.
   Geralmente, Bella teria aceitado a proposta de bom grado. Aquele lugar era exposto demais, com suas paredes finas e uma secretária que poderia entrar a qualquer momento. Mas agora, ela não se importava se fosse pêga…
   Bella se mexeu, desconfortável, de novo. Não era fácil se sentir à vontade com o metal frio de uma arma colado contra a sua pele, escondido do mundo exterior apenas pelo tecido fino de sua saia balonê.
   A arma a incomodava.
   Os olhos verdes tranquilos, que ela passou a amar nos últimos tempos, a incomodavam.
   O fato de nem Edward, nem ela, saberem seu destino a incomodava.
   Então, ela se livrou do incômodo maior.
   O movimento foi brusco, e o homem não pôde ao menos piscar. O barulho que a arma fez ecoou pelo escritório, tornando o ambiente ainda mais fantasmagórico.
   O queixo de Edward caiu quando Bella soltou uma arma em cima do tampo de sua mesa.
   - O… O que você vai fazer? – Perguntou, tropeçando nas palavras.
   Estava alarmado e com medo – em pensar que, segundos antes, a maior preocupação que aquela mulher lhe trazia era abandoná-lo…
   Ele não queria perder o amor de sua vida, claro. Mas perder tão cedo a própria vida…
   - Eu só vim aqui para discutirmos a nossa relação. – Ela repetiu, quase que como mecanicamente. Ele engoliu em seco.
   - Bella… O que eu te fiz? – Nada lhe vinha à mente. Podia parecer mentira, mas desde que a conheceu, ele só tinha olhos para uma mulher: ela.
   - A mim? Nada. – Começou, e a histeria que a dominava se mostrou em sua voz, que subiu algumas oitavas. – Bem, pelo menos no aspecto de me causar a vontade de matá-lo.
  - Então por que a arma?
  - Você não fez nada a mim. – Repetiu, como um mantra. – O problema é o que você fez a outras pessoas… E o que eu tenho que fazer.
  - Eu não entendo, Bella…
  - Nem eu, Edward. Eu te amo, sabe? – Era a primeira vez que ela dizia aquilo, quebrando todas as suas regras. Sabia que agora seria mais difícil fazer o que tinha que fazer, mas não se importava; pela primeira vez havia dito a Edward a verdade. – A questão é que você tem um prazo não cumprido, e eu tenho um prestes a expirar. Eu… Se eu não matá-lo até o fim deste dia, Edward, nós dois morremos.
   Ele prendeu a respiração, e ela mordeu o lábio inferior. Olhou para os lados, como se procurasse alguma saída, mas não achou nenhuma. Estendeu a mão para segurar dele, mas ele a puxou contra o próprio corpo e desviou o olhar.
  Ela baixou os olhos e murmurou:
  - E eu estou considerando deixar que nos matem… Porque eu não consigo viver sem você.

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MALDOSA, EU SEI!
      Então… É aqui que termina Poker Face. Não, não é preguiça de terminar. Não, não é falta de ideia. Eu só… Bem, eu senti que o fim dela devia ser esse. Quem sabe assim vocês comentam um pouquinho?
      Bem, esse é o fim do post de hoje. Espero que tenham gostado :)
      - xoxo
      Pâm P. =]

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Soho Dolls e My Vampire

Já ouviu?
Pense bem… Tenho certeza de que, em pelo menos uma fic minha, vocês já ouviram. Além disso, qualquer um que tenha assistido à série Gosspi Girl ouviu essa maravilhosa banda britância…
Didn’t ring a bell?
Dica: o próprio grupo caracterizou sua música como sendo “decadente e de glamour desesperado”, e de “selvageria e sexo”



Bem, se nada lhes trouxe à memória… Pensem em algo HOT. SEXY AO CUBO. Agora… Bem, não é o suficiente: multipliquem por um bilhão, juntem a uma letra completamente… Hm… Insinuante e pronto, vocês têm Stripper.
Esta, porém, não é mais a minha favorita. O pódio está tomado por outra, que ganhou uma fanfic para si – aqueeela que promete, e será a substituta de Entre Quatro Paredes.
Acertou quem pensou em My Vampire!
Yep, é a febre dos vampiros. Mas… Nope, a música não foi lançada após Twilight. Ela vem de muito antes, e me conquistou por sua natureza brutal…
A fanfic será um Crepúsculo invertido. É, eu sei que muitos de vocês reviraram os olhos agora, mas apenas prestem atenção: não será parecido com nada que vocês já viram.





Por que? Porque a fic recontará Crepúsculo, sem mudar muito as coisas. Perderam o interesse, não?
Ok, deixe-me reformular.
Bella é uma garota problema, cujos pais não a aguentam. É mandada para o Alaska, viver com a avó e, desde cedo, começa uma “briguinha” com dois dos Cullen. Quem? Rosalie… E Edward.
Ímã para problemas, Edward se vê tendo que salvá-la a todo momento, e o resto vocês imaginam.
Então, o que diferencia a fic de todas as outras?
Bella é uma vaca, e ponto.
É, não mudou muita coisa… * Desculpem se eu ofendi alguém que, por acaso, é fã desse desastre ambulante *
Mas, nessa fic, o fato dela ser uma vaca significa uma coisa: muita confusão.
Preparem-se para assaltos a bancos e um plano para governar o mundo. Tudo isso banhado a muito sangue e sexo…

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Para encerrar esta postagem, que tal um vídeo da banda?
http://www.youtube.com/watch?v=oJ6ChyhXcQ4 


Interessado na banda? Aqui vai o site oficial deles:
http://www.sohodolls.co.uk/main.htm